sábado, 21 de fevereiro de 2026

O Tarot e o Tempo

Três arcanos do tarot falam claramente sobre o tempo, e nossa relação com ele. O primeiro deles é O Eremita. Hoje este arcano nos remonta à imagem de um velho sábio, e da disposição de aprender com os eventos desafiadores de nossas vidas. O nome Eremita só aparece mais tardiamente nos baralhos franceses, como ‘l’Ermite”, no tarot de Marselha. Entre os séculos XV e XVI era chamado de “il Gobbo”, o Corcunda, como no baralho Minchiate de 1534. Já no “Strambotti di Triunphi”, ou Canção do Tarot, de 1500 e no Tarot Bolonhês era chamado de “il Vecchio” ou “Vechiarello”, o Velho. Nos sonetos de Teófilo Folengo de 1527 era chamado de “il Tempo”, o Tempo. Antes era representado segurando uma ampulheta, simbolizando a passagem do tempo. A imagem do velho segurando uma ampulheta nos remete à Cronos, o senhor do tempo dos gregos, que para os romanos era Saturno, senhor da colheita e também da passagem do tempo! Como o Eremita antecede a carta de A Morte na sequência dos arcanos maiores, fica claro a ideia de que ele não nos fala do tempo como um conceito abstrato, mas sim do efeito do tempo sobre nosso corpo, vitalidade e desenvolvimento pessoal. A ampulheta foi substituída por uma lanterna, ou seja: “o tempo está passando, ilumine-se!”. O termo corcunda talvez seja o mais deslocado de seu simbolismo. Os corcundas eram considerados de certa forma mágicos, e dizia-se que dava sorte passar a mão em sua corcova. A sorte como um recurso para se desviar ou transformar um destino indesejado, e o destino é um conceito muito relacionado ao tempo! Da mesma forma muitos velhos acabavam ficando curvados ou corcundas! O Eremita está nos falando de aproveitar o tempo que nos é dado para aprender, e compreender a vida e o sentido próprio de crescer, encontrar seu propósito de ser e de existir. O que mais tarde Jung chamaria de individuação. A igreja católica teve muitos de seus santos vivendo como eremitas, e que ficaram conhecidos por suas reflexões, penitências, caridade e uma elevação de si mesmos nesta busca de comunhão com Deus. Entre eles São Paulo de Tebas, que viveu 113 anos, e é venerado tanto na Igreja Católica quanto na Ortodoxa e Copta como santo. São Leonardo de Noblat, devotado à oração e ao auxílio aos necessitados na França. Santo Arsênio, conhecido por sua profunda sabedoria, viveu no deserto do Egito. São Marino, que se retirou à uma floresta, e há muitos relatos lendários da sua relação espiritual com a natureza. No local onde ele morreu ergueu-se a República de San Marino. Retiro, a procura por profundidade, solidão, o encontro das dificuldades, restrição, e também da sabedoria, resiliência e a busca por iluminação em suas vidas expressam muito bem os atributos superiores e inferiores do arcano de O Eremita que conhecemos hoje!

O Eremita, do Visconti-Sforza Tarot
(1440-1470) segurando a ampulheta.

Com o arcano de O Mundo, com sua dançarina central representando a humanidade, temos a ideia dos ciclos setenários nos quais nos desenvolvemos tanto biológica quanto psicologicamente. Aos sete anos saímos da primeira infância e exploramos o mundo, aos 14 entramos na adolescência e ampliamos esta exploração, e aos 21 somos seres humanos legal e biologicamente aptos a viver e nos posicionar neste mundo! Assim sendo sucessivos ciclos de crescimento e de desenvolvimento se desenrolam. Estes ciclos terão diferentes tempos e serão carregados, cada um, do seu próprio significado! Muitos questionam porque a Morte, com sua foice análoga à Saturno, o senhor da colheita e do tempo, não aparece nesta relação de arcanos que representam a passagem do tempo e nossa relação com ele. Isto acontece simplesmente porque vivemos muitas mortes (perdas) antes de nossa própria morte. Parentes, empregos, amores, locais que amamos ou nos identificamos, e na maioria esmagadora das vezes tudo isso é involuntário! Haja visto o tanto que a história está pontilhada de sinfonias e teoremas inacabados. Seus autores não puderam completar seus ciclos de realização com essas obras. A Morte não fala da possibilidade de interação com o tempo, e sim da realidade de que estamos morrendo todos os dias, e de que o modo e a hora exata do momento final não estão sob nosso controle. Assim o tempo é a esteira onde esta morte, diária e regular, acontece aos poucos em nós, e subitamente em coisas e pessoas ao nosso redor. O Mundo nos fala do fechamento perfeito de ciclos que marcam nossa passagem terrena, e nosso próprio processo evolutivo, seja em toda uma vida, seja em uma obra. É um momento em que tempo, função e propósito se fecham em si, e por isso mesmo este arcano encerra a jornada dos 22 arcanos maiores do tarot! Sua associação com o planeta Saturno, atribuída na antiga ordem inglesa Golden Dawn, é perfeita. Ele era o antigo deus da semeadura e da colheita, do trabalho bem executado que resultava em bons frutos. Ao fim de cada colheita uma nova colheita se pressupõe, com todo um novo ciclo de semeadura, cultivo e colhimento. Assim O Mundo fala de um fechamento que leva a outro nível de amadurecimento, realização e novo engajamento em outros processos de evolução, até a transcendência. A evolução não tem fim, seus ciclos se refinam e se elevam, do mais básico ao sagrado ou divino. É o arcano da excelência no aproveitamento do tempo que nos é dado nesta vida, e neste mundo. A morfologia da palavra desenvolvimento é “deixar de envolver-se com”. Com o quê? Com tudo que é inferior, denso, limitante e incompatível com nossa proposta evolutiva, de realização e autorrealização.

O Universo (O Mundo) do Thoth Tarot, os
ciclos evolutivos da vida ao longo do tempo.

O 7 de ouros encerra essa tríade. Sua regência, segundo a Hermética Ordem da Aurora Dourada, é de Saturno em Touro. O senhor do tempo encontra o signo mais fixo e conservador do zodíaco! Se no Eremita somos chamados a aprender com o tempo e o envelhecimento, e no Mundo vamos passando por suas etapas significando, ressignificando e evoluindo com os ciclos temporais, e elevando a nós mesmos no processo, no 7 de ouros temos de aprender com o ritmo da passagem do tempo em nós e nos outros. Existe um tempo de agir e outro de esperar, de fazer e de descansar, de agarrar e soltar, de persistir e outro de se retirar. Muita sabedoria advém de saber distinguir entre eles, mas essa sabedoria nunca vem sem algum tipo de sofrimento. Este é um aprendizado que decorre da conscientização de nossa limitação – atributo saturnino de medidor do tempo e do destino e o definidor de tudo o que nos delimita, desde a cronologia ao Karma, até pele, ossos e dentes na relação física – e de nossa resistência – atributo taurino que representa a proteção da terra que envolve a semente até que ela brote, mas que ao fazê-lo terá de lutar com a própria resistência da terra em liberá-la. Touro representa o medo da mudança, o apego ao já conhecido que nos mantém na inércia, o lugar onde a evolução não acontece! Não é à toa que o título esotérico atribuído a esta carta na antiga Golden é de o Senhor do Fracasso, não como um vaticínio, mas como a consequência natural daqueles que se recusam a considerar o tempo das coisas, e o respeito ao própria tempo e ritmo em relação a elas. Nos atributos superiores deste arcano constam a paciência e a tolerância, e nos inferiores a condescendência e a resignação.

O 7 de ouros do Zen Tarot de Osho, e o
tempo intrínseco de todas as coisas.

Ao considerarmos os números, os símbolos arquetípicos mais antigos, dos respectivos arcanos temos o 9 do Eremita, dígito da sabedoria, da amplitude de perspectiva, da sabedoria transcendente, e do serviço ao mundo. O 21, de O Mundo, onde a dualidade da consciência (2) encontra a grande unidade do espírito (1), o que resulta na expansão de si mesmo, e na expressão de uma nova realidade que possibilita novas realizações (3). E, por fim, o 7 da profundidade, do discernimento, da reflexão e da análise crítica e autocrítica relacionada à terra, o símbolo do mundo manifesto, concreto e real, e do plano físico (naipe de ouros). O elemento onde a passagem do tempo é mais visível, transformável e possível de averiguação.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Reiki - Resgatando a Conexão Espiritual

Desde que teve o grande boom entre os anos 80 e 90 o reiki virou a prática terapêutica complementar mais aplicada do mundo! Em 2007 a ONU, através da OMS, reconheceu o reiki como uma prática complementar de saúde que se mostrou eficiente no tratamento da dor, do estresse e da ansiedade. É o único sistema de imposição das mãos que conquistou este reconhecimento, o que tornou possível que fosse disponibilizado e aplicado nos sistemas públicos de saúde no mundo todo! Mais uma vez sua perspectiva terapêutica foi exaltada e, paradoxalmente, sua essência espiritual colocada mais de lado. Milhões de pessoas no mundo todo tiveram acesso à técnica desenvolvida pelo Dr. Mikao Usui (1865/1926) de imposição das mãos. Seu legado de cuidado e desenvolvimento humano. Em sua origem o reiki veio mesmo do desejo do Dr. Usui de curar as enfermidades dos doentes e dos desvalidos socialmente. Para todos que conhecem a história do reiki sabem que logo ele percebeu que as pessoas não valorizam aquilo que vem como caridade e destituído de propósito ou reflexão. Assim nasceu, inspirado pelos versos e reflexões do Imperador Meiji (1852/1912), os cinco princípios reiki. Já falei deles aqui e vou deixar o link no final deste artigo. Com a aplicação do sistema do Dr. Usui o reiki mostrou possuir outras perspectivas de crescimento e desenvolvimento pessoal e espiritual, que passaram batido por aqueles que estavam mais interessados em ensinar a técnica do que em desenvolver um despertar interior.

De todas as técnicas modernas de imposição das mãos o reiki é a mais simples, difundida e totalmente livre de dogmas religiosos. Também está livre do controle e da exploração comercial da marca de copyright, que garante direitos exclusivos de uso da marca, suas metodologias e cobranças. Sem falar que os praticantes do copyright “espiritual” nunca são de fato iniciados por direito. Muitos dos atuais métodos requerem revalidação a cada ciclo de quatro a cinco anos. O que é no mínimo confuso, como pode ser tirado de alguém algo que lhe foi ensinado, sintonizado ou aberto, seja intelectual ou energeticamente? Nem preciso dizer que as técnicas copyright são norte-americanas... Não ter proteção de exclusividade comercial, por outro lado, deixou o reiki à mercê de todo tipo de maluquice, exploração e enganação. Não pretendo entrar neste tema neste momento, seriam muitos itens a serem analisados, mas o maior de todos os engodos é o da formação a distância. Isso simplesmente não existe! Não foi apresentado nada parecido com isto pelo Dr Usui, e tem constituído como a maior e mais propagada mentira sobre o reiki. Uma mentira dessa natureza só se espalha desta forma porque quem a divulga e se beneficia – o “iniciador” – tanto quem a compra para seu benefício comercial – o “terapeuta” – estão unidos para propagar uma farsa para o simples e descarado lucro pessoal. O que denota a total de falta de comprometimento com a preservação da cultura reiki, quer seja como um método terapêutico, quer seja como uma prática espiritual! Não à toa ouvirmos com certa frequência relatos de pessoas que se trataram com reiki e não sentiram diferença... Com pessoas obtendo suas formações a quilômetros de distância não é exatamente de se surpreender!

O Zen

O reiki como prática espiritual tem princípios muito parecidos tanto com o Taoísmo chinês quanto com o Zen budismo japonês. O Zen surge na China no século VII levado pelo monge indiano Bodhidharma que enfatiza a prática do Zazen. Chega ao Japão somente no século XII, e cria ali raízes profundas. Lembrando que nenhuma dessas práticas eram aplicadas pelo Dr. Usui, ele e sua família eram afiliados ao Budismo Tendai. Enquanto o budismo Tendai como filosofia crê no Sutra do Lótus como o ensinamento supremo do Buda, e toda sua verdade, o Zen budismo, por outo lado, acredita que a prática direta e pessoal está acima de qualquer escritura ou ritual. O Zen acredita também que todas as coisas no universo estão interconectadas. Todos os seres, fenômenos, e elementos são uma unidade. Esta interconexão e experiência de unidade seria obtida através do Zazen, a meditação sentada, que seria o centro e a essência da própria prática búdica. No século XX o trabalho do grande Mestre Zen vietnamita Thich Nhat Hanh (1926/2022) nos mostrou que além do Zazen podemos extrair momentos de meditação – através da atenção plena – no nosso dia-a-dia. Caminhadas, lidas da rotina como varrer a casa, cozinhar, etc estariam a serviço de uma presença plena. O reiki fala exatamente dessa presença plena, um momento para deixar a mente, entrar em sintonia com o todo e fluir com a prática, sentindo e alargando com esta percepção tanto do fluxo da energia Ki universal, animadora de tudo, quanto a interconexão com a existência!

O Tao

Embora de origem chinesa, e bem mais antigo que o Zen, o Taoísmo sustenta conceitos que também se aplicam bem à prática reiki. A sua origem está associada ao filósofo Lao Tzu, autor do Tao Te Ching. Ele viveu no século VI a.C. um tempo onde viveram também outros grandes filósofos e iluminados da história como Pitágoras na Grécia e Buda na Índia. O Taoísmo tem uma vertente filosófica e outra religiosa, que surgiu bem depois. Aqui nos interessa a filosofia taoísta. O Tao é em si um conceito misterioso, seria a própria essência cósmica que rege todas as coisas, e que se expressa nos ritmos e ciclos da natureza. Nos ensinamentos taoístas são feitas muitas alusões aos movimentos naturais, como o das estações e ao fluxo do tempo. Aquele que atinge sua harmonia interior atinge o Tao. No reiki a energia ki pode ser considerada como parte deste todo, já que sua definição natural é a de força animadora de tudo que existe! O “ki” japonês tem sua origem no “chi” dos chineses. E a ideia de integração com todas as coisas, assim como no Zen, se dá através desta consciência de que estamos imersos num mesmo fluxo de vida, o mar da energia ki universal.

Outro conceito taoísta que se adequa muito bem à prática reiki é Wu-wei, que seria um fazer sem fazer. Basicamente significa que tudo o que é feito sem a ideia de esforço, sacrifício ou pesar está dentro do Tao. Seria a sintonia do empenho humano com a espontaneidade, a fluência e a leveza. Tudo o que exige demais, ou altera o que somos em essência, não vale a jornada. Segundo o Taoísmo uma vida em harmonia tem de observar três pilares: a simplicidade, a modéstia e a afetividade. Nada me parece mais conectado à prática reiki do que isso. O reiki é uma ação sem esforço ou empenho extenuante, e isso para muitas pessoas é um problema. Nossa cultura valoriza tudo o que custou horas e anos de dedicação e construção – embora tudo isso possa ser feito sem sofrimento quando em sintonia com o que somos – e isso não é exatamente o que se espera de qualquer atividade, seja ela qual for! Inúmeros praticantes do reiki como terapia já ouviram coisas como “mas faz só isso?”, “tá, mas além do reiki faz mais o quê?”. Há muitos dos próprios terapeutas que sintonizam com esta lógica e saem buscando algo que “complemente” o reiki. Estamos vivendo a Era da insegurança terapêutica, pessoas que fazem uma variada gama de formações confundindo formação com graduação espiritual, e assim seguem sem nunca entender exatamente sobre discipulado espiritual, campos de consciência e energia, e acabam misturando muitas técnicas numa mesma sessão. Por fim vão ficando todos muito iguais, com os mesmos recursos e sem nenhum diferencial, e muito menos conteúdo e reflexão sobre o que fazem. A cultura ocidental como um todo tem sérios problemas com a simplicidade. A afetividade é um dos primeiros planos de consciência a despertar na prática reiki, ficamos cada vez mais compassivos com a entrega daqueles que se põe sobre nossos cuidados e, se nos sintonizamos mesmo com este sentimento, nos tornamos mais despojados e humildes com o tempo. Para isso, porém, há de se ter dedicação, entrega e observação. Lembre-se que o reiki começa dentro.

Reiki – Além da Terapia

São inúmeros os relatos de a terapia reiki ser um recurso valioso no tratamento dos distúrbios da vida moderna como ansiedade, estresse, déficit de atenção... A prática reiki tem sido aplicada também nos processos de cicatrização, e de convalescença, como tem sido aplicada com eficiência como tratamento complementar tanto para pré quanto pós-operatórios. O reiki, entretanto, vai além disso. Com os exemplos que citei anteriormente espero que tenha deixado claro que a prática reiki funciona como uma forma de meditação, e introspecção. Assim como funciona como um purificador natural de nossa mente e campo energéticos, podendo ser autoaplicado todo os dias pela manhã ou ao anoitecer, antes de dormir. Um exercício que gosto de praticar, e que se utiliza do princípio da Haja Yoga, de usar as imagens da mente para doutrinar apropria mente, é o de ao realizar a autoaplicação imagino estar sendo sintonizado com as árvores, pássaros, nuvens, espaço, sol, estrelas... Outras vezes me imagino sendo conectado às águas, e outras vezes ainda às montanhas, florestas, pedras preciosas e às águas tranquilas do fundo do chão. Essa vivência tem me ajudado muito a melhorar meu foco, a me centrar em momentos difíceis, a experimentar aquela conexão com o todo que afasta toda a sensação de desorientação que por vezes nos toma em certos momentos. Faça a sua experiência, descubra como você pode se relacionar com o reiki de uma forma íntima, profunda e espiritual. Não há fórmulas prontas! 

Use o reiki para tratar seus animais de estimação, para mandar para pessoas queridas distantes que sente que precisam. Use o reiki na sua horta ou jardim. Aplique a energia reiki à sua agenda da semana, ou à alguma situação tensa do futuro, como uma conversa difícil com alguém. Reiki é para a vida! Uma aluna contou que o filho, que é músico e reikiano nível II, envia reiki antecipadamente para seus locais de apresentação. Com o tempo começou a se sentir mais tranquilo e confiante nos seus shows. Quando dificuldades de entrosamento com os membros da banda surgiram passou a enviar reiki para eles e logo se realinharam. Soube de uma reikiana que organizou com um grupo de amigos uma prática coletiva de envio de reiki para o planeta, estados e cidades que tomavam conhecimento de estarem passando por problemas. Em seguida começaram a enviar coletivamente para pessoas enfermas e ou familiares em dificuldades. Faziam isso em reuniões quinzenais com até 3 horas de duração que acabavam virando eventos sociais e espirituais entre eles. Todos alegavam, segundo ela, que as coisas pareciam fluir melhor em suas próprias vidas depois que deram início às reuniões. É sempre bom lembrar que parte da energia ki que enviamos em tratamentos terapêuticos, ou não, fica conosco para que possamos nos autoaplicarmos para nosso próprio equilíbrio pessoal.