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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Sobre a Frequência Terapêutica

Eis uma questão muito frequente em consultórios de qualquer tipo de modalidade terapêutica, sejam elas holístico-vibracionais, ou convencionais. E essa semana me deparei muito com essa indagação: Qual a regularidade mínima recomendada para um tratamento? Minha resposta é: Pelo menos uma vez por semana! Algumas terapias recomendam até duas vezes por semana, principalmente as psicanalíticas! As terapias vibracionais não precisam de toda essa regularidade por se valerem de práticas e técnicas que atuam por um tempo maior nas pessoas. O reiki, por exemplo, tem seus símbolos que funcionam como tatuagens energéticas que ficam vibrando no corpo físico e nos corpos sutis de quem o recebe por mais alguns dias após a aplicação. O bem estar que a renovação da energia ki proporciona se faz sentir ainda ao longo da semana. Com a terapia floral é a mesma coisa, as questões levantadas nas sessões de terapia, e tratadas com os florais adequados, vão desabrochando, por assim dizer, nos dias que se seguem. Outras questões, entretanto, surgem e por esse motivo encontros com regularidade mais curta, tipo semanal, se fazem necessários! A tese das sessões semanais pode ser dividida em duas partes:
1º) Encontros quinzenais ou mensais (que me parecem ser impensáveis para se obter resultados satisfatórios) são longos e acumulam muito “material” a ser trabalhado. Vivências passadas que podem refletir questões levantadas na sessão, e o resultado das técnicas terapêuticas empregadas, podem ser esquecidas, passar despercebidos, ou serem “filtrados” pelo cliente enquanto se encaminha para sua consulta e vai selecionando no caminho o que é mais importante de tratar com seu terapeuta! Muitas vezes o que o cliente não toma como relevante vai se mostrar com muito sentido lá adiante, mas quando não é comunicado ficará sem sentido e fora do contexto para a avaliação do terapeuta... Como conectar e tratar o que não foi dito?
Leituras de tarot, ampliação da consciência através
das chaves simbólico/arquetípicas da alma...
2º) Um processo terapêutico pode durar de alguns meses a alguns anos, dependendo das questões levantadas e das intenções apontadas pelo próprio cliente. Então imagine que num processo de tratamento regular a terapia fosse durar um ano, se a frequência diminuísse para quinzenal esse tempo poderia ser facilmente dobrado, e se for desmembrado para um encontro mensal então... É evidente que estou falando de uma probabilidade média, e que muitas vezes a compreensão do cliente dá saltos quânticos, e vários meses podem ser sintetizados em algumas semanas. Isso, porém, depende de uma série de variáveis tanto de quem se trata quanto de quem trata. Da parte do cliente depende do seu nível de autoconhecimento e da sua busca interna antes de chegar àquele momento, do quanto suas questões vem sendo ignoradas antes do tratamento, bem como da profundidade da sua influência. Da mesma forma, por parte do terapeuta, depende do seu feeling, ou seja de sua capacidade de percepção do cliente, ou mesmo se ele se utiliza de algo mais profundo e impessoal que suas percepções, como ferramentas do inconsciente, para captar as coisas não ditas nas sessões. Coisas como o tarot, a astrologia, a numerologia, o eneagrama, etc... E é claro, se ele tem conhecimento aprofundado na aplicação dessas linguagens do inconsciente. Afinal uma coisa é achar que sabe o que se pratica, outra é realmente saber...!


Por fim, a pergunta que ronda a cabeça das pessoas que leem ou ouvem narrativas assim é: Por que alguém quer interromper o tratamento de algo que o incomoda, e geralmente há vários anos? Também os motivos são variados! E vão desde o apego inconsciente ao mal conhecido, que mesmo sendo perturbador é algo comum e que se sabe como lidar, até o medo puro e simples de não dar conta da mudança, do que os outros vão pensar, de se desapontar com os resultados... Enfim, uma miríade de possibilidades!
É evidente que há casos em que não resta outra solução a não ser diminuir a periodicidade dos encontros quando, por exemplo, o cliente mora noutra cidade, e não se sente confortável com sessões online. Ou tem dificuldades físicas que o impedem de se dirigir até o encontro de terapeuta... Muitos alegam ainda que a terapia está ficando dispendiosa (o ego adora essa), a falta de dinheiro mexe com a necessidade egoica de autopreservação. Nesse caso sugiro uma mudança de perspectiva, o autoconhecimento é um investimento onde não se perde nada, e se tem a possibilidade de lucrar de inúmeras formas! Por ouro lado é algo que não se consegue fazer sozinho, ao mesmo tempo em que é um caminho que ninguém pode trilhar por você! 

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Os 4 Estágios da Cura

"Conhece-te a ti mesmo e conhecerás 
o universo e os deuses."
- Sócrates

A cura é um processo interior ou exterior de restauração do equilíbrio e da harmonia pessoal, nesta ordem, para a devolução do corpo ou da consciência ao seu estado natural de saúde e bem estar, ou a elevação ao próximo estado evolutivo. Portanto, a ideia de que a cura é um processo puramente físico e que trata basicamente de patologias é falsa!
Como todo o processo relacionado ao humano a cura pode ser dividia em quatro estágios diferentes, todos conectados entre si, mas que não levam um ao outro de modo automático. Cada etapa é uma conquista em si e depende muito do modo como cada pessoa encara seu próprio processo de cura interior e do comprometimento que tem com o mesmo. Apresento aqui uma síntese desses quatro estágios de cura interior ou exterior.
Vamos a eles:

1º Estágio – O Auto reconhecimento

Nesse ponto inicial há o reconhecimento da consciência sobre sua situação limitadora. Algo que surge com frases do tipo: “Tenho um problema!”, ou “Há algo errado comigo” de modo geral, ou uma percepção a cerca de suas limitações em um dado ponto da sua personalidade que limita sua atuação e realização social e individual. Para muitas pessoas esse ponto é o mais crítico, pois que muitos encaram esse reconhecimento como uma espécie de admissão do fracasso pessoal, e podem escolher “resolver por si mesmos” o que consideram um problema exclusivamente seu. Com muita frequência vemos os homens fazerem isso mais que as mulheres. A cultura machista ocidental alienou os homens de sua vida interior, de suas emoções, sentimentos e percepções mais profundas. Em troca ofertou-lhe a persona do senhor do mundo, do conquistador implacável (de mulheres e posses), e do eterno vencedor. Apresentou-lhe isso como sendo a essência verdadeira do masculino, e tudo o que não se encaixe nisso é fraqueza e o faz menos homem.
Enquanto isso as mulheres ao se livrarem da dominação patriarcal, aprenderam que ser fortes não compromete sua feminilidade, e muito menos fazer experimentos com sua consciência, percepção, sensibilidade e até com sua sexualidade. Costumo dizer que mulheres e homens foram vítimas do machismo.

2º Estágio – A Identificação


Nesta etapa da cura aprendemos a identificar o que nos causa sofrimento, e geralmente se trata de uma postura, atitude ou pensamento que se apresenta sempre que um conjunto de vivências importantes para nosso sentido de realização quer se manifestar. Uma pessoa sempre acusada de agressiva com os que ama, por exemplo, de repente percebe que diante de uma demonstração de amor sente um medo profundo que se manifesta como suspeita de falsidade, medo de cobrança ou de abandono que a faz reagir defensivamente.
Nesta fase, entretanto, ainda não se consegue interromper o fluxo reativo. É quase como se estivéssemos vendo nossa vida passar pela televisão. Apesar de ser uma conquista importante dentro do processo de autoconhecimento e cura, é também um tanto angustiante. Muito frequentemente as pessoas sentem culpa e vergonha do seu condicionamento.
Apesar disso é fundamental seguir adiante, aceitando que somos seres humanos, e que por isso mesmo nascemos mal acabados e vamos nos aprimorando ao longo de nossa existência.

3º Estágio – O Controle

Esta é uma valiosa conquista sobre si mesmo. Ao contrário da fase anterior, conseguimos interromper o fluxo reativo e paramos antes que ele se projeto sobre o outro ou os eventos externos. Então, seguindo nosso exemplo anterior, o indivíduo agressivo com os que ama sentirá dentro dos gestos de carinho confiança no que está vivendo naquele momento. Ao ouvir a voz do medo egoico dentro dele dirá a si mesmo: “É só medo, não é real! Estou seguro!”. Esta síntese que apresento não pretende insinuar que esses três estágios da cura interior são fáceis ou puramente psicológicos, eles se aplicam também como forma de curar sentimentos e emoções que se manifestam também como sintomas físicos. Todo e qualquer processo de terapia precisa de um profundo comprometimento interior com o propósito da cura. Para a maioria das teorias psicanalíticas este estágio é o final do processo de sanidade. O problema é que ainda existe uma identificação do ego com o desequilíbrio. Como quando um ex alcoólatra mesmo sem beber há mais de 30 anos se declara: “Eu sou alcoólatra!”. Ainda que pelo antagonismo ele continua preso ao seu distúrbio. Como alguém que metaforicamente vivia apenas de um lado da moeda de sua vida, e agora decide viver somente do outro lado.

4º Estágio – A Transmutação

Nesse estágio é comum a sensação de liberdade e totalidade. O indivíduo consegue olhar para sua limitação, condicionamento ou distúrbio de forma a não mais se identificar com ele. Não é mais necessário fazer nenhum esforço para o autocontrole, simplesmente se vê de fora do processo, que passa a ser estranho a ele. Ou seja ele se vê, mas não mais se identifica.  
Nem todos chegam a este estágio de cura pessoal, pois envolve muito mais do que uma abertura racional e inquiridora sobre si mesmo, envolve também uma ampliação da percepção espiritual e uma não identificação com a mente egoica. A mente não mais se fixa no que sabemos de nós porque nos falaram, o que sabemos de nós é o que reconhecemos no mais fundo do si mesmo! Nesses casos o desafio que se apresentou como um distúrbio, limitação, condicionamento ou mesmo enfermidade funciona como a ferida de Quíron, um sofrimento que o faz transcender, ou seja, ir além das experiências conhecidas até então em direção às alturas do espírito.
Assim a cura não é apenas um processo físico/mental, mas intrinsecamente espiritual para todos! Porém, poucos a percebem assim e a fazem um processo de ascensão da própria consciência. Não existe uma receita de como proceder para iniciar ou conduzir cada um dos quatro estágios, é um despertar interior, que para uns poderá levar uma vida inteira!

Leia também:
Espiritualidade & Tarot 

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A Terapia Floral e o Despertar da Espiritualidade


Nos nossos tempos tão absurdamente industriais nunca se falou tanto em despertar da espiritualidade e nunca as pessoas estiveram tão inconscientes do que trata essas duas palavras! Para alguns despertar a espiritualidade é adotar uma religião, ou a crença num Deus único. A ideia de um Deus único incomoda muita gente, mas antes de tecer essa polêmica teológica sobre a existência ou não de um Deus onipresente e criador devemos entender que o conceito de espiritualidade envolve outras coisas tão complexas quanto esta. A primeira delas, por exemplo, é o entendimento de que a vida não é um processo acabado, ou seja, estamos todos constantemente evoluindo e que esse fluxo evolutivo não cessa até o que podemos chamar de processo de iluminação ou elevação da consciência. Esse mesmo processo teria sido vivido pelos grandes luminares da humanidade. Cristo, Buda, Krishna, Rama, etc. E caso você se pergunte: Por que evoluir? Isso é uma obrigação?… A resposta é que evolução é uma lei natural. Todos buscamos evoluir, e toda evolução é, em última instância, uma busca por Deus. O guru indiano Osho vem nos lembrar que todos os que buscam algo muito maior que eles mesmos, como muito dinheiro, muito poder ou muito prazer sexual, estão buscando algo transcendente, ou seja, algo que transcenda a experiência humana comum. E isso é uma busca por Deus, embora de modo totalmente improdutivo.
Outro item fundamental ao entendermos do que trata a evolução espiritual é a aceitação de que a vida não termina. Ela se transforma continuamente sempre buscando uma expressão cada vez mais elevada através de sucessivas encarnações.


 O caminho da evolução da consciência é infinito.


Em termos digamos “científicos” a vida é energia e a energia se transforma. Para muitos o que convencionamos chamar de Deus é um grande fluxo energético que emana em todas as direções e planos, do mais denso ao mais sutil, o tempo todo, ou infinitamente. Por que a busca espiritual floresce num tempo em que a técnica, a lógica e os valores materiais predominam? Pelo simples motivo de que a espiritualidade faz parte da natureza humana, não é um valor artificial ou uma moda ao qual alguns aderem pura e simplesmente. O que ocorre é que algumas pessoas despertam mais rapidamente que outras para essa realidade.
Para muitos o chamado interior poderá surgir como uma aguda crise de valores, o que costuma gerar muita angústia. O mundo concreto, porém, nos faz crer muitas vezes que um porre se cura com outro, ou que uma exaustão dos temas instintivos precisa é de mais exaltação dos instintos, o que só faz aumentar mais o vazio da alma. Talvez seja aí que as pessoas começam a procurar soluções mágicas! E não falta quem ofereça isso. Aderir a uma seita evangélica e aceitar Jesus no coração para alcançar a libertação! Um vidente que faça previsões para o futuro com data bem marcada (É só esperar!), uma magia para abrir os caminhos do amor, uma “queima de Karma” para transformar uma vida… É, tem gente mexendo com coisa séria com propósitos ou baseados na mais pura ignorância ou na maldade mesmo!  Isso por um lado, do outro lado estão aqueles que teimam em crer que uma transformação pessoal pode ocorrer sem conscientização ou comprometimento interior. Aqueles que pensam que o esforço de mudar é árduo demais, e talvez desnecessário, esses pagarão o preço ainda mais alto da decepção e do tempo perdido.

Hound's Tongue, do sistema californiano (FES), 
dissolvendo a percepção materialista da vida.


Custa um pouco (ou muito) para que uma consciência desperte no sentido de clarear a visão interior sobre essas ilusões! Mas afinal o que impede essa tomada de consciência? Simples: A ilusão de que a vida acontece unicamente dentro dos limites tridimensionais e a total falta de percepção de que há outros níveis de energia que se expressam no aqui agora. Para aqueles que se dispõe a rever essa postura e sentem uma profunda necessidade de mergulhar no aspecto espiritual da vida, mas se sentem limitados por sua descrença, que por sua vez apoia-se na total dificuldade de percepção de outros planos da existência, a terapia floral pode ajudar em muito.
Algumas essências podem dar um significativo impulso inicial na abertura da percepção espiritual da vida. O floral Hound’s Tongue da Califórnia ajuda a dissolver o padrão materialista da mente egoica, propicia uma percepção mais holística, por assim dizer, da existência. Outra essência californiana muito importante é Angel’s Trumpet que ajuda aqueles que têm medo da morte a se abrir para o aspecto espiritual dessa experiência. O medo da morte leva muitas pessoas a se afastarem dos temas transcendentes. Uma outra essência floral que pode propiciar uma conscientização interessante é Cometa, do sistema Filhas de Gaia, esse floral ajuda a romper com a sensação limitadora de espaço tempo em que viemos nesse mundo tridimensional. Abre a consciência para a “multidimensionalidade do Ser e do Universo” como coloca muito bem Maria Grillo.

Diminuir o excesso de mente é por fim uma outra necessidade de quem busca uma introdução ao pensamento místico. A mente só faz perguntas, sua ânsia por formatações a faz querer uma verdade genérica que sirva a todos, e isso não existe! A verdade possui muitas faces, cada um de nós pode compreender apenas uma parte dela e a união dos nossos pontos de vista é que pode ajudar a ter um vislumbre de todo o seu corpo imenso. Para isso a humanidade teria de deixar de lado sua tendência a formar dogmas e a querer convencer o outro do seu próprio ponto de vista para apenas ouvir e tentar compreender, sem se sentir violado por isso. O floral Lírio Amarelo, do sistema floral do Sul, ajuda a diminuir o excesso de racionalismo ao qual recorremos no dia a dia, proporcionando uma abertura interior e acesso à guiança espiritual.
Essas quatro flores seriam o estágio inicial num processo terapêutico mais longo, onde as raízes do distanciamento dos temas interiores teriam de ser investigadas com mais profundidade. Considero as quatro flores antes citadas um bom pontapé inicial numa jornada rumo ao infinito.

Namastê

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Cura com as Mãos - Possibilidades e Limitações.

Este artigo foi publicado no jornal Viva Bem de Porto Alegre e está na lista do meu site (www.jaimeecannes.com). Achei que ele era pertinente após a publicação anterior sobre dúvidas com relação ao reiki, por isso o coloquei também aqui no blog.

Os curadores são, de modo geral, pessoas profundamente interessadas pela vida e pela possibilidade de participar do processo de criação de Deus. A experiência da cura é um retorno à condição divina de equilíbrio que existe potencialmente em todos os seres humanos. O curador é aquele que ajuda o seu semelhante a recuperar o caminho em direção a esse equilíbrio, como um canal através do qual esse processo se realiza.
Como tudo o mais na existência, essa escolha tem lá os seus percalços e o maior deles é o limite que todos os que se interessam pela arte da cura se esbarram, mais cedo ou mais tarde: a própria capacidade do recebedor em se curar. Por isso a primeira, e mais antiga, dica que se pode dar a qualquer curador – seja de Reiki, Rakiram, Aromaterapia, Cristaloterapia, Florais, etc – é: “Nunca queira curar!”. Normalmente quem quer curar é o ego e a nossa vaidade, tantas vezes travestidos das mais puras intenções. O desejo de curar acaba por criar muita expectativa e consequente frustração. O outro recebe o que pode de cada trabalho, o que precisa, e nem uma gota a mais. Curar é um ato da entrega. Seja um canal, faça seu trabalho, coloque suas mãos, os cristais, indique as flores, os óleos e deixe que a obra se realize por si mesma.
A segunda dica mais importante é: ”Não estabeleça o que é a cura.” Ao definir o resultado da cura uma imensa expectativa é criada por aquele que recebe o trabalho. Os resultados nunca podem ser previstos. Existem muitos fatores instáveis que podem interferir, como a fé do recebedor, seu sentimento do quanto é merecedor de ser curado, o quanto de culpa acumula por seu atual estado de saúde e do quanto está aberto e envolvido no processo de cura. A sua disposição em mudar sua direção de vida interna e externamente é o fator mais preponderante para que isso aconteça. Por isso nunca prometa resultados! Para muitos o máximo que se conseguirá é um conforto mais duradouro, para outros uma compreensão mais ampla do que se está vivendo… Existem muitos níveis de saúde que devem ser considerados. Não se esqueça também que a cura que você faz pode abrir os caminhos para que o recebedor encontre canais mais apropriados para um resultado físico. Isso também faz parte do processo e é uma grande benção quando acontece! É claro que aquele que a recebe poderá se sentir mais grato pelo que veio como conseqüência, justamente por não se dar em conta de que outros canais tiveram que ser abertos para que fosse possível acessar aquele benefício tão desejado. Se você estiver seguindo a primeira dica não vai mais sofrer com esse detalhe.
Cristaloterapia, uma das formas de cura da Nova Era.

Por fim a terceira dica mais importante é: “Um curador também deve ser curado.” Não se esqueça de aplicar o que você ensina. Use para si as técnicas que indica. Anote e avalie os resultados. Isso o ajudará a se colocar o lugar dos seus clientes. Se você é reikiano, por exemplo, aplique-se reiki todos os dias! Faça as suas experiências com a energia ki e depois então as compartilhe se as achar dignas disso.
Tenha em mente também que você deve se colocar na posição de recebedor, como pode esperar a entrega do outro se você mesmo não desenvolveu a humildade de se entregar aos cuidados terapêuticos de outrem? Outro fator que nunca pode ser esquecido é de que cada pessoa que o procura não surgiu por acaso em sua vida, suas histórias e vivências tem algo a lhe ensinar e orientar quanto aos seu próprio processo de crescimento e desenvolvimento. Nunca se coloque numa situação de domínio e superioridade, os que mais ganham com as experiências da vida são justamente os que se colocam na posição de eternos aprendizes.